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16

Lenda do mundo automobilístico, Carroll Shelby morre aos 89 anos

A Carroll Shelby Internacional anunciou a morte de Carroll Shelby, um dos ícones da indústria automobilística mundial, que morreu aos 89 anos no Hospital Baylor, em Dallas (EUA). A causa da morte não foi divulgada. Carroll Shelby criou verdadeiras lendas nos anos 1960 e 1970, como o Shelby Mustang e o Shelby Cobra.
“Ele talvez seja a única pessoa a ter trabalhado em um nível visível nos três principais fabricantes de automóveis americanos”, diz a nota oficial.


Carroll Shelby fundou a Carroll Shelby International, com acordos com gigantes da indústria, como Ford Motor Company, Mattel, Sony e Electronic Arts. Sua companhia de automóveis, a Shelby American, tem um negócio próspero de peças, bem como uma linha de muscle cars, incluindo o Shelby GT500 Super Snake, Shelby GT350 e Shelby GTS.
“Seja ajudando a Ford a dominar a cena das corridas nos anos 60, seja construindo alguns dos mais famosos Mustangs, o entusiasmo e paixão de Carroll Shelby por grandes carros inspirou todos que trabalharam com ele ao longo de seis décadas. Ele era um grande inovador cuja marca jamais será esquecida na Ford”, disse em nota Edsel B. Ford II, membro do Conselho da Ford e bisneto de Henry Ford. A parceria de Carrol Shelby com a Ford resultou em marcas e modelos históricos.

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mai
11

Feliz dia das Mães!

mai
09

Ford comemora 2 milhões de carros produzidos em Camaçari

A Ford anunciou nesta terça-feira, 8, o março de 2 milhões de veículos produzidos no Complexo Industrial Ford Nordeste, em Camaçari, na Bahia. Bahia. O veículo número 2 milhões a sai…r da linha de montagem foi um Fiesta RoCam Hatch 1.0 Pulse, completo, na cor vermelho Arpoador. Além do modelo hatch, mais vendido da marca, a fábrica produz também o Ecosport e o Fiesta RoCam Sedan, destinados ao mercado brasileiro e à exportação.
Do total de veículos montados na unidade, 825.961 foram do modelo Fiesta RoCam Hatch, 727.289 mil do Ecosport e 443.985 do Fiesta RoCam Sedan, além de 2.765 picapes Courier. Essa produção foi alcançada após 10 anos e meio de operação, em um momento de significativos investimentos para a ampliação da sua produção, que somam, até 2015, R$ 2,8 bilhões.
A fábrica de Camaçari vai ampliar a sua capacidade anual de produção para 300.000 veículos e iniciou a construção de uma nova fábrica de motores.
Centro global
A fábrica de Camaçari abriga o Centro de Desenvolvimento do Produto da América Sul, um dos oito centros da Ford no mundo dedicados à criação de veículos, com um time de 1.500 engenheiros e designers. Ele possui um moderno estúdio de design com o estado da arte em tecnologia de simulação por computador, além de fábrica-piloto para a construção de protótipos, laboratórios de elétrica e eletrônica, laboratório de durabilidade de componentes, centro técnico e pista de testes para o desenvolvimento de veículos.
Essa estrutura foi responsável pelo desenvolvimento da nova geração global do Ecosport, que já foi apresentada no Brasil, na Índia e na China e será vendida em cerca de 100 mercados mundiais.
 

mai
03

Ford troca de presidente, e ‘desnacionalização’ avança no comando das montadoras


De maneira surpreendente, a Ford Motor Company anunciou nesta quarta-feira (2) que o presidente da divisão brasileira, Marcos de Oliveira, vai se aposentar. O substituto dele é Steven Armstrong, que já comandou a Volvo e hoje está na Getrag Ford Transmissions, na Alemanha.

A saída de Oliveira se dá em plena efervescência da transição de uma Ford pré-crise para uma Ford “global”, simbolizada por produtos de padrão internacional como o New Fiesta, o Focus III e, especialmente para o Brasil, o novo EcoSport. Até mesmo esse carro, que foi apresentado pelo executivo nas duas vezes em que foi mostrado à mídia este ano, deve ser lançado sob a direção de Armstrong — ele assume o cargo em junho.

Com a aposentadoria de Marcos de Oliveira, amplia-se a “desnacionalização” na liderança das fabricantes de veículos instaladas no país: das chamadas “quatro grandes”, apenas a Fiat mantém um brasileiro em seu cargo maior: Cledorvino Belini, também presidente da Anfavea. Grace Lieblein, à frente da General Motors, é americana, e Thomas Schmall, líder da Volkswagen, é alemão.

Renault, Peugeot e Citroën também têm presidentes estrangeiros: francês, outro francês e um italiano, respectivamente. E os líderes de Peugeot e Citroën respondem ao presidente da PSA do Brasil — um português. Já Toyota e Honda têm suas operações no Brasil respondendo a presidentes regionais para o Mercosul; em ambas, são japoneses.

Aqui, vale a pena citar dois exemplos recentes de brasileiros que foram “líderes carismáticos” em montadoras: Pinheiro Neto, na GM até o final de 2010, e Sérgio Habib, que introduziu a Citroën no país e hoje preside a chinesa JAC.

A Ford brasileira não divulgou os motivos para a aposentadoria de Oliveira, que tem apenas 52 anos de idade e trabalha na empresa há 28 anos (na presidência desde o começo de 2007). Oliveira teve ampla experiência internacional na companhia, tendo trabalhado em países como Espanha, Estados Unidos, África do Sul e México.

De acordo com a Ford, sob o comando do executivo a divisão brasileira emendou 33 trimestres consecutivos de lucros. No entanto, a montadora estacionou num arriscado quarto lugar em participação no mercado, com fatia oscilando logo abaixo dos dois dígitos, e sob ataque de rivais como a Renault e as fabricantes sul-coreanas.

Nos contatos que UOL Carros teve com Oliveira desde meados de 2007, o executivo sempre se mostrou afável e atencioso. Em mais de um evento de lançamento de modelos da Ford ele se misturou aos participantes, sem preocupação com segurança pessoal e o incômodo de abordagens. E Oliveira já foi visto voando na classe econômica. São comportamentos atípicos quando se trata de presidentes de montadoras no Brasil.

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abr
30

Ford Falcon: grandalhão se rende aos quatros cilindros do EcoBoost


Um dos ícones automotivos da Austrália, o Ford Falcon precisava de um incentivo nas vendas, que em 2011 representaram apenas 18.741 unidades. Então, a Ford decidiu tomar uma iniciativa radical e colocou no peito do grandalhão os quatro cilindros do moderno EcoBoost.

Pois é, um dos maiores carros da Ford agora tem motor 2.0 EcoBoost com 240 cv e 35,8 kgfm. Essa força parece pouca para um carro de 5 metros, mas só o torque é maior que o mais potente V6 3.5 do rival Holden Commodore. Além disso, o Ford Falcon EcoBoost se tornou o mais eficiente carro de porte grande no país. O consumo melhorou 18% em relação ao seis cilindros anterior.

Além de turbo, injeção direta e comandos variáveis do EcoBoost, o Ford Falcon ainda conta com transmissão automática. Ele poderia ser mais eficiente, mas seu chassi tem apenas tração traseira e não há uma caixa automatizada PowerShift que sirva. Por isso ele mantém a caixa ZF de seis marchas.

O Ford Falcon 4.0 (seis cilindros) continua sendo oferecido, entregando 262 cv e 39,7 kgfm. Colocar o 2.0 EcoBoost dentro do Falcon foi uma tarefa fácil para a Ford.

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abr
26

Dicas para economizar combustível

O recente protesto dos caminhoneiros por causa das restrições impostas à circulação de pesados na Marginal Tietê, em São Paulo, fez com que vários postos da capital paulista ficassem sem fornecimento de combustível, deixando muitos motoristas sem poder abastecer os seus carros.  Muitos desses estabelecimentos chegaram a fechar pela falta de etanol e gasolina. Alguns aproveitando a escassez dos produtos, elevaram ainda mais os preços – que já são naturalmente altos – tentando tirar vantagem da situação. O jeito foi racionalizar o uso do carro e poupar o tanque para não ficar parado na rua.


As dicas para economizar combustível  foram recomendadas pelo Programa Nacional de Racionalização do Uso de Derivados de Petróleo e do Gás Natural (Conpet).

1) Antes de sair de casa, planeje o itinerário e evite as vias mais congestionadas.
2) Ao ligar o carro pela primeira vez de manhã, não deixe o motor funcionando para aquecê-lo. Saia logo com o veículo e deixe-o esquentar enquanto você roda.
3) Ao dirigir, pressione o acelerador de modo suave.
4) Não estique as marchas. Trocá-las na rotação correta do motor reduz o consumo.
5) Ao avistar um sinal vermelho, tire logo o pé do acelerador.
6) Evite ficar parado com o motor ligado por mais de dois minutos em congestionamentos.
7) Arrancadas e freadas bruscas aumentam o consumo.
8 ) Não dirija em alta velocidade. O consumo a 100 km/h pode ser até 20% maior que a 80 km/h.
9 ) Não dê bombeadas no acelerador ao ligar ou desligar o carro.
10) Não use o carro para ir a lugares próximos. Vá a pé ou de bicicleta.
11) Sempre que possível deixe o carro na garagem e dê preferência ao transporte coletivo.
12) Mantenha o motor do carro sempre regulado.
13) Mantenha os pneus sempre calibrados, a direção alinhada e as rodas balanceadas. Pneus descalibrados podem aumentar em até 1o% consumo de combustível.
14) Troque sempre no prazo correto os cabos, as velas e demais componentes do sistema de ignição, e também o óleo do motor e filtros de óleo e de ar.
15) Verifique periodicamente os freios do carro.
16) Não carregue peso desnecessário no porta-malas nem sobrecarregue o carro. Isso força o motor e aumenta o consumo.
17) Cargas volumosas no bagageiro de teto criam resistência ao deslocamento do veículo e aumentam o consumo.
18) Procure estacionar o veículo protegido do sol, evitando perdas de combustível por evaporação.

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abr
26

Ford Europa diz que modelo Kuga é o primeiro SUV compacto global

No início desta semana, a Ford apresentou no Brasil e na China o novo EcoSport como seu primeiro SUV compacto global. Nesta quarta-feira, 25, a Ford Europa fez o mesmo, mas em comunicado à imprensa disse ser o Kuga o seu primeiro SUV compacto desenvolvido para mercados globais. Parece que o marketing da Ford está, definitivamente, globalizado, pois para descrever Kuga e EcoSport usam-se as mesmas frases.

A Ford Europa informa que seus “especialistas identificaram os variados e muitas vezes conflitantes gostos ao redor do mundo para criar um apelo intercontinental para o primeiro utilitário esportivo compacto global da companhia”. Idêntico discurso é utilizado para qualquer um dos dois produtos, contudo o fato é que o Kuga é um modelo global para países onde conforto e tecnologia já são praxe em todos os carros, enquanto o EcoSport é destinado a consumidores que ainda não estão tão acostumados com isso – e compram evoluções simples como sendo grande coisa. Por isso o EcoSport é destinado a países emergentes e tem poucas chances em mercados maduros onde o Kuga será vendido (Europa, América do Norte e países asiáticos).

No Brasil, com as distorções nos preços dos carros causados por impostos e lucros elevados demais, que freiam avanços, ficaremos só com o EcoSport – o Kuga seria muito mais caro. Já em mercados onde essa distorção não existe e ambos os modelos forem vendidos, como por exemplo na China, o Kuga deve levar vantagem por ser melhor sem custar muito mais. Os dois SUVs compactos foram expostos, um ao lado do outro, no Salão de Pequim esta semana e, pelo que dizem, o Kuga atraiu mais atenções do que o EcoSport.

Para criar um SUV mais barato e lucrativo de se fazer no Brasil, a Ford projetou o EcoSport sobre uma plataforma B, de um hatch compacto, pequena para receber a carroceria de um utilitário esportivo. Provavelmente esse é o real motivo de o estepe, no novo carro, continuar pendurado do lado de fora da traseira, para não ocupar espaço do reduzido porta-malas. Essa solução desafia uma tendência mundial em que a maioria dos SUVs já não carrega mais o estepe do lado de fora.

Além do espaço mais amplo do que o do EcoSport, o Kuga também carrega mais tecnologia, a começar pelo motor Ecoboost, mais potente e eficiente. No EcoSport uma evolução apresentada é a fechadura elétrica da tampa do porta-malas, acionada em uma fresta escondida da lanterna traseira direita. Já o Kuga tem um sistema de abertura automática dessa tampa, acionada pelo movimento do pé embaixo do para-choque traseiro. São essas diferenças que mostram as diferenças entre desenvolvimento e subdesenvolvimento.

No interior, o painel do Kuga (à esquerda) se parece com o do EcoSport, pois ambos seguem a identidade visual mundial da Ford, o chamado kinetic design (desenho cinético). Uma inovação do Kuga é a abertura automática da tampa do porta-malas, acionada por sensor quando se passa o pé embaixo do para-choque traseiro.

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abr
25

Loucos por Ford: Clube do Fordinho 41 ANOS

O Clube do Fordinho acaba de completar 41 anos de atividades, reunindo proprietários e admiradores de um dos carros mais populares em todo o mundo. Fundado em 18 de abril de 1971, o Clube é totalmente dedicado à preservação e restauração dos antigos Fordinhos, como o modelo 29, um dos mais famosos da marca. Quem o conhece, reconhece um veículo excepcional em desempenho, simplicidade e durabilidade e que tem o dom de apaixonar seus admiradores.Atualmente, o Clube do Fordinho conta com mais de mil sócios, em 137 cidades de 20 Estados do Brasil e outros da Grécia e Suiça.

HISTÓRICO

Com o objetivo de perpetuar a história da marca, um grupo de apaixonados pelo Ford A, que substituiu o Modelo T, Carro do Século XX, fundou, 41 anos atrás, o Clube do Fordinho. Um médico, Ney Perracini, dois publicitários, Renato Perracini e Milton Medina, uma professora, Ida Rodrigues Perracini, uma dona-de-casa, Elisabeth Perracini, um jornalista João Werneck de Castro e um comerciante, Dilermano Zanella, foram os responsáveis por concretizar a ideia.

O Modelo A foi fabricado entre outubro de 1927 e abril de 1932, somando 5 milhões de unidades vendidas. O motor era de 4 cilindros, 40 cv de potência a 2.300 rpm, câmbio de três marchas, mais marcha a ré, embreagem monodisco a seco, partida elétrica, ignição com distribuidor, amortecedores hidráulicos, freios nas quatro rodas e refrigeração com bomba de água.

Ele foi produzido no Brasil, pelo sistema CKD, isto é, vinham desmontados dos Estados Unidos dentro de caixas de madeira e eram montados, inicialmente, na fábrica da Ford na Rua Sólon, em São Paulo.

abr
25

Novo compacto da Ford será feito em SP

Com a chegada do novo EcoSport, o primeiro modelo global da Ford desenvolvido totalmente em Camaçari (BA), as notícias sobre novos produtos criados no centro de pesquisas baianos começam a surgir. A bola da vez é um veículo compacto que também traria na bagagem a tarefa de ampliar os negócios da montadora norte-americana nos mercados emergentes, como China, Índia e o próprio Brasil (com linhas semelhantes às do conceito Start da foto acima, apresentado durante o Salão Internacional do Automóvel de 2010).

A grande questão que envolve esse novo modelo global é onde ele será produzido. Poderia ser tanto no Complexo Indústria de Camaçari (BA), quanto na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). E acabando com todas as dúvidas, de acordo com uma fonte ligada à Ford, o novo carrinho será montado na região do grande ABC paulista.

“Nesses casos, temos que analisar diversas questões. A escolha foi feita por causa da logística, os custos de manufatura e a região onde está o principal centro consumidor deste produto”, afirmou a fonte. Ainda segundo a reportagem apurou, o novo projeto deve levar de 3 a 4 anos para ficar pronto, confirmando as especulações da imprensa especializada, que ele poderá ser lançado em 2014.


E o New Fiesta brasileiro?

Com a decisão de produzir o compacto global na unidade de São Bernardo do Campo (SP), o New Fiesta brasileiro (versões hatch e sedã), modelo que atualmente é importado do México, será produzido na unidade de Camaçari (BA), a partir de 2013. Segundo a fonte consultada, isso também evidencia uma solução para resolver as questões de custo para enquadrar a cadeia de produção aos novos produtos.

“Hoje produzimos um modelo com duas carrocerias em Camaçari (BA) [o Fiesta Rocam, hatch e sedã]. É mais fácil você manter esse padrão na linha de produção, do que alterar totalmente para a montagem de apenas um modelo [se referindo ao novo compacto global]. Além disso, volto a repetir. A questão de distribuir a produção para atender os diferentes centros consumidores também influi muito nesse tipo de decisão”, completou.

Uma segunda fonte ligada à Ford, acrescentou que outra questão que pesou na decisão foi o compartilhamento de plataforma entre o New Fiesta e o novo EcoSport. “Com mais esse argumento, ficou muito mais viável distribuir os novos produtos deste modo em nossas duas linhas de produção brasileiras”, disse a fonte, que preferiu não se identificar.


Onda dos carros globais

Toda essa discussão ganha mais importância em um momento definido como era global. Na década passada, o grande chamariz foi a regionalização de produtos, com o desenvolvimento de veículos exclusivos que atendessem a demanda de dois ou três país próximos do seu local de produção. Porém, com a nova distribuição econômica mundial e o aumento da importância dos países emergentes, essa proposta teve que ser alterada.

Tanto é que, além da Ford com o novo EcoSport e com o novo compacto global (a montadora promete que esses dois são apenas o inicio do desenvolvimento de uma série de carros globais para o mercado emergente, todos desenvolvidos no Centro de Pesquisas de Camaçari), outras montadoras trabalham em projetos que devem atender diversos mercados espalhados pelo globo.

( FONTE www.carsale.uol.com.br )

abr
25

Ford embarca a tecnologia em seu novo modelo da EcoSport

A Ford lançou oficialmente, neste fim de semana, o novo modelo do carro Ford EcoSport. A nova versão, 100% automatizada, demorou 3 anos para ser concluída e deve chegar ao mercado custando a partir de R$ 55.000,00, de acordo com o site Interpress Motor. Apesar de ser vendido em cerca de 100 países e fabricado também na China e Índia, grande parte do projeto foi desenvolvido em solo brasileiro.

A tecnologia é fator presente em vários aspectos do carro. A conectividade com o sistema SYNC (patenteado pela Microsoft) é uma delas. Com essa função, tanto o motorista quanto os passageiros podem atender ligações telefônicas sem o uso das mãos, além de controlar o rádio e outros acessórios com comandos de voz. O carro também possui compatibilidade com Bluetooth, MP3 e iPod. A tela de LCD possui 3,5 polegadas e já é oferecida, de fábrica, com computador de bordo. Sensores de chuva, acendimento automático de faróis, partida sem a utilização de chave e assistência de partida em aclives também foram adicionados à nova versão.


Para quem mora em cidades muito montanhosas, o assistente de partida em aclives é uma boa ajuda. “Com essa tecnologia priorizamos e matemos a estabilidade, um quesito essencial na segurança”, completou o engenheiro chefe do EcoSport, Alexandre Machado, durante a coletiva de imprensa nesta manhã de segunda-feira (23/04) na fábrica de Camaçari (BA). O executivo acrescentou também que o novo sistema de airbags é bem mais econômico do que o das versões anteriores. “Pensamos em todos os detalhes que mais tiveram retorno dos nossos clientes na hora de optarem por este modelo”.


Investimentos

Se antes era associado a um jipe, hoje a robustez e inovação tecnológica prevalecem no novo modelo que tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2012. De acordo com o diretor de engenharia da Ford, Marcio Alfonso, o carro foi projetado para 10 anos de uso intenso. Além disso, toda a operação da Ford para o modelo EcoSport gera atualmente 8.500 empregos diretos e 90 mil indiretos. “Exportamos 20% do nosso volume. Outra grande vantagem: temos o único porto privativo”, ressalta o executivo. A Ford está investindo cerca de 2,8 bilhões de reais entre os anos de 2011 e 2015 e pretende aumentar sua capacidade de produção para 300mil veículos por ano com este lançamento.

( FONTE www.olhardigital.uol.com.br)

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